terça-feira, 29 de março de 2011

Nos dias 4 e 8 de abril de 2011 acontecerá a segunda formação para os professores de educação física da REME.




PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPO GRANDE
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
SUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃO DE POLÍTICAS EDUCACIONAIS
COORDENADORIA DO ENSINO FUNDAMENTAL – 6º AO 9º ANO
PROGRAMA DE FORMAÇÃO REFLEXIVA
EDUCAÇÃO FÍSICA – 2011

Formadores:
Prof ªMsc. Cláudia Renata R. Xavier,  
Profª Esp.Christiane C. M. Fernandes,
Profª Esp.Leize Demétrio da Sillva,
Prof. Msc. Jorge Luis D Ávila

Data: 4 e 8 de abril  de 2011

Objetivo Geral:

  • Incentivar o trabalho docente por meio de práticas emancipatórias que oportunizem criticidade, reflexão e aprendizagem ao longo do processo educativo nas unidades escolares da REME.

Objetivos Específicos:

  • Fomentar discussões sobre o processo de ensino e aprendizagem na educação física escolar.

  • Analisar diferentes posicionamentos dos docentes acerca do fracasso escolar.

Pauta

7h45min /13h45min- Abertura- vídeo “Os melhores do mundo”.

8h /14h-Levantamento de conhecimentos prévios: O que é e como ocorre a aprendizagem significativa?

8h10min/14h10min - Leitura do texto

SANTOS, Júlio César Furtado dos. O papel do professor na promoção da aprendizagem do aluno. In. Aprendizagem significativa: modalidades de aprendizagem e o papel do professor. Porto Alegre: Mediação, 2008.

8h30min/14h30min- Divisão em seis grupos para dinâmica de socialização do texto.

9h/15h-Intervalo

9h15min/15h15min-Apresentação da organização do plano de desenvolvimento de aula.

9h25min/15h25min-Divisão em quatro grupos para a elaboração do plano de desenvolvimento de aula.

10h/16h- Apresentação, em grupos, do plano de desenvolvimento de aula. Cada grupo terá 10min para suas colocações.

11h/17h-Encerramento.


Sugestões para leitura:

AUSUBEL, D. P.; NOVAK, J. D; HANESIAN, H. Psicologia educacional. (trad. de Eva Nick et al.) Rio, Interamericana, 1980, p. 625.

MOREIRA, M. A. M.; MANSINI, E. A. F. S. Aprendizagem significativa: a teoria de David Ausubel. São Paulo, Moraes, 1982, p.112.

quarta-feira, 16 de março de 2011

A equipe técnica de educação física escolar da Secretaria Municipal de Educação/SEMED participou da aula magna do curso de Educação Física da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul proferida pelo professor Dr. Lino Cstellani Filho. A aula foi de excelente qualidade teórica, visto que abordou questões pertinentes à educação física escolar, sem romper com os fatores históricos da área, pois, a partir dela surge a possibilidade de compreender o ideário hegemônico vislumbrando o surgimento de uma educação física que ajude na emancipação dos filhos da classe que vive do seu trabalho. Castellani Filho possui várias obras, das quais destacamos duas consideradas clássicos da educação física. São elas: Metodologia do Ensino da Educação Física e a Educação Física no Brasil: a história que não se conta.O professor acredita em uma aproximação entre a Universidade e a escola, pois somente a partir dos conhecimentos teóricos é que teremos uma prática que vise a superação do statusquo.
Ao longo da sua fala o professor pontuou algumas questões que servem de reflexões para a nossa práxis. São elas:

A ação pedagógica é diagnóstica, judicativa e teleológica. Ou seja, parte da observação da realidade social concreta e contraditória, naquilo que ela tem de singular ao universal - os alunos, a escola, a comunidade, a sociedade - para então, interpretar, compreender, sintetizar e sistematizar cada situação, a fim de encaminhar o processo pedagógico na direção dos seus interesses de classe.

O novo precisa da apreensão do velho para ser um movimento superador.

As práticas corporais são dimensões da cultura humana e como tal dotadas de sentido e significados.

O momento atual é paradoxal por conta dos eventos que teremos como as Olimpíadas Militares, a Copa das Federações, a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Esses eventos colocam o esporte em destaque e corremos o risco do retorno à esportivização da educação física escolar, reforçando a tese de que a escola é o lugar de se formar atletas.

Estamos ao encontro do  paradigma da aptidão física ou do paradigma histórico-social?





terça-feira, 15 de março de 2011

AULA MAGNA PROFESSOR LINO CASTELLANI FILHO

Convidamos todos os professores da REME para participarem da aula magna do curso de Educação Física da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - UFMS no dia 16 de março de 2011 às 8h no anfiteatro do Centro de Ciências Humanas  e Sociais - CCHS. Enfatizamos a importância da participação nesse encontro, visto que o palestrante é um pesquisador na área e possui um conhecimento que pode contribuir para a prática docente. 

segunda-feira, 14 de março de 2011


Nos dias 18 e 21 de março de 2011 acontecerá a primeira formação para os professores de educação física da REME.



PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPO GRANDE
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
SUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃO DE POLÍTICAS EDUCACIONAIS
COORDENADORIA DO ENSINO FUNDAMENTAL – 6º AO 9º ANO
PROGRAMA DE FORMAÇÃO REFLEXIVA
EDUCAÇÃO FÍSICA – 2011

Formadores:
Prof ªMsc. Cláudia Renata
Profª Esp.Christiane C. M. Fernandes
Profª Esp.Leize Demétrio da Silva 
Prof. Msc. Jorge Luis D Ávila


Objetivo Geral:

  • Incentivar o trabalho docente por meio de práticas emancipatórias que oportunizem criticidade, reflexão e aprendizagem ao longo do processo educativo nas unidades escolares da REME.

Objetivos Específicos:

  • Fomentar discussões sobre o processo de ensino e aprendizagem na educação física escolar.
  • Analisar diferentes posicionamentos dos docentes acerca do fracasso escolar.
Pauta

  •  7h45min /13h45min – Acolhida: Dinâmica de grupo
  • 8h /14h– Levantamento, em grupo, de conhecimentos prévios: O que você considera como fracasso no processo de ensino e aprendizagem nas aulas de educação física escolar?
  • 8h15min /14h15min – Leitura do texto 1 e socialização em trios da proposição.
 TEXTO 1

 PINTO, Fábio Machado. Práticas corporais e relação com os saberes em educação física escolar. Disponível em http://www.cbce.org.br/cd/resumos/170.pdf. Acesso em: 14 fev 2011.

  • 9h/15h– intervalo
  • 9h20min /15h20min  – Leitura e análise coletiva do texto 2 e divisão em duplas para a elaboração e apresentação de um planejamento. 

TEXTO 2
MARCILIO, M. T; SAMIA, M. Ensinar para a compreensão e os múltiplos caminhos para a aprendizagem. Pátio, ano X, n. 38, p. 17-19, mai./jul.2006.

  •  11h - Encerramento.
Visando conhecer a metodologia de ensino aplicada pelos professores nas aulas de Educação Física das escolas da REME elaboramos as atividades abaixo.
Os planejamentos e planos de aula solicitados serão utilizados para a troca de experiências, além de oportunizar ao grupo reflexões sobre a própria prática.
No texto “Ensinar para a compreensão e os múltiplos caminhos para a aprendizagem”, os autores trazem alguns princípios para nortear a prática pedagógica. Assim, utilize-os para elaboração do seu planejamento e planos de aula.

1º ao 5º ano

 Elabore em dupla, um planejamento semanal para trabalhar o Eixo-jogos esportivos e recreativos - conteúdo jogos cooperativos, baseando-se no Referencial Curricular da Rede Municipal de Ensino de Campo Grande/MS e no Projeto Político Pedagógico da sua escola.
Em seguida, ou seja, a partir da elaboração, construa dois planos de aula para aplicação durante a semana.

  
6º ao 9º ano

Elabore, em dupla, um planejamento semanal para trabalhar o Eixo-jogos esportivos e recreativos - conteúdo esporte, baseando-se no Referencial Curricular da Rede Municipal de Ensino de Campo Grande/MS e no Projeto Político Pedagógico da sua escola.
Em seguida, ou seja, a partir da elaboração, construa dois planos de aula para aplicação durante a semana. 

sexta-feira, 11 de março de 2011

KIT DE OBRAS DE APOIO PEDAGÓGICO PARA AS ESCOLAS DA REME


O Ministério da Educação, MEC, por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação-FNDE elaborou um acervo de livros de todas as áreaas do conhecimento e enviou para as escolas públicas.
O livro sugerido pelo MEC para a educação física é:  "Trabalhando com jogos cooperativos" do Mestre em Educação Marcos Miranda Correia. 

Nessa obra o autor discute as possibilidades e os limites dessa proposta pedagógica no contexto escolar da educação fisica, mostrando como a adoção de jogos cooperativos pode contribuir para o desenvolvimeno das habilidades sociais dos alunos.

O livro está à disposição de todos os professores que queiram saber mais sobre o tema. Se informe com a direção da sua escola.

quinta-feira, 10 de março de 2011






A equipe de Educação Física da Coordenadoria do Ensino Fundamental/COEF/SEMED parabeniza os professores da área por participarem das formações realizadas no ano de 2010 e incentiva a participação no corrente ano.
Enfatizamos a importância desses momentos de estudo, discussões, elaborações e troca de conhecimentos e experiências para o enriquecimento da prática pedagógica docente e consequentemente para a aprendizagem do aluno.
Veja abaixo as fotos do Seminário realizado nos dias 18 e 22 de outubro de 2010 na E.M. Professora Danda Nunes.

SEMINÁRIO EDUCAÇÃO FÍSICA 2010






METODOLOGIA DA PROBLEMATIZAÇÃO NA ETI ANA LÚCIA - 2010

Vivência da dança a partir de diversos ritmos

Numa experiência prática, os professores de Educação Física desenvolveram a teoria da problematização, onde as crianças dos anos iniciais do ensino fundamental foram levadas a analisar a dança na escola e consequentemente na sociedade. Ao perceberem que alguns alunos, principalmente os meninos maiores não se envolviam nas atividades de dança na escola, problematizou-se essa questão da seguinte forma: Dançar e jogar nos trazem bem estar e faz muito bem para a saúde, mas a dança é coisa só de menina?
Levantamento dos pontos chave e teorização
Levantamento dos pontos chave e teorização

Os pontos-chave levantados foram que algumas pessoas, meninos e meninas não dançam porque não sabem; que os meninos não dançam, pois é coisa de menina, numa clara reprodução de preconceito do adulto e por fim porque tem vergonha. Buscou-se a partir daí a superação dessa consciência mitificada, ascender a um ponto de vista mais objetivo, científico. Para tanto, os professores utilizaram diversos recursos como: pesquisa do dançar  humano ao longo da história; filme Billy Eliot para discussão do preconceito ao homem que dança; trechos do quadro dança dos famosos, do programa Domingão do Faustão; a história da dança regional cururu e siriri. Como hipótese de solução, eles vivenciaram momentos de dança com variados ritmos, construção coletiva de coreografias e aprendizagem da dança regional siriri. Na fase aplicação à realidade percebemos a mudança de postura daqueles que não dançavam, inclusive dos meninos;



Aprendizagem da dança regional: Siriri
Observou-se que a problematização em Educação Física contemplando elementos pertencentes à cultura corporal de movimento na prática social, possibilitou aos alunos uma aprendizagem significativa influenciada pela reflexão crítica em relação aos fundamentos e aos critérios que produziram e regulamentam a cultura corporal de movimento.

Professores: Rosimeire França; Rubens Arguelho; Ronaldo Moisés e Moacir.

quarta-feira, 9 de março de 2011

TRAVESSIA EDUCACIONAL DO JOVEM ESTUDANTE-TRAJE

No dia 28 de outubro de 2010 foi realizada pelos jovens estudantes da E.M. Osvaldo Cruz, uma atividade recreativa de cunho pedagógico com alunos dos anos iniciais do Ensino Fundamental da E.M. José Rodrigues Benfica.
A ação intitulada “Atividades recreativas direcionadas ao público infantil” faz parte da disciplina de Lazer, integrante do currículo do projeto Travessia Educacional do Jovem Estudante- TRAJE, ministrada pela professora Gabriela Morales e sob a orientação da professora e técnica da Coordenadoria do Ensino Fundamental/SEMED, Christiane Caetano Martins Fernandes.
A referida atividade teve como objetivos promover a integração social por meio da recreação/lazer entre os jovens estudantes e as crianças da escola, propiciar a troca de experiências, estimular a autoestima do grupo de estudantes, oportunizar momentos que auxiliem o desenvolvimento da participação, da autonomia e do potencial criativo, além de proporcionar a esses jovens, novas perspectivas para sua inserção social e no mundo do trabalho, por meio da área da recreação infantil.